Alice Gonzaga e o país da memória

Alice

Confira a coluna de hoje n’O Globo:

Alice Gonzaga e o país da memória

 


 

Conheci Alice Gonzaga através da Patricia Queiroz. Já era amigo virtual da sua filha, Maria Alice.

Com a internet, caiu por terra a teoria dos “seis graus de separação”. Conhecer Alice é estar a um passo, no máximo dois, de Tyrone Power, Douglas Fairbanks, Carmen Miranda, Humberto Mauro, Rossana Ghessa, Ana Maria Magalhães, Charles Chaplin, Oliver Hardy & Stan Laurel, Dulcina de Moraes, Mário Peixoto, Oscarito, Grande Otelo, Orson Welles.

O que para nós, cinéfilos, é a história do cinema, para Alice é o cotidiano. Não são nomes: são pessoas com quem conviveu diretamente, ou das quais soube através de seu pai, Adhemar Gonzaga, fundador da Cinédia.

Alice é uma enciclopédia, uma cornucópia. Há um documentário sobre ela (“Desarquivando Alice Gonzaga” (de Betse de Paula). Deveria haver um longa metragem, contando a trajetória da menina que pintava cenários, esteve diante das câmeras, conheceu os bastidores e hoje é guardiã da memória de um tempo em que São Cristóvão foi uma espécie de Hollywood.

O texto de hoje, n’O Globo, é uma homenagem a quem, com zelo e memória prodigiosos, cuida para que parte da nossa cultura não caia (ou queime, ou seja soterrada) no esquecimento.

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